Não há duvidas que a manutenção de níveis ótimos de gordura corporal passa por um controle da secreção de insulina. Esse hormônio secretado pelo pancreas regula a entrada de nutrientes nas células tanto carbos quanto aminos e gorduras. A presença dele inibe a lipólise (queima de gorduras) mas ao mesmo tempo facilita o anabolismo celular. Portanto altos níveis de insulina favorecem os ganhos de musculos E gordura corporal.
A chave seria então se permiir a liberação desse hormônio, porém mantendo-o sob controle com a ingesta não muito alta decarbos e principalmente sendo estes de baixo indice glicêmico ou insulêmico. Dessa forma a liberação de insulina acontece de forma progressiva e controlada. Excessão seria depois do treino e no desjejum ondo a necessidade orgânica suportaria uma entrada grande de carbos no sistema sem contudo formar tecido gorduroso significativamente.
Alguns autores hoje preconizam ingesta baixas de carbos na dieta (em torno de 30 a 40% das calorias totais) e mantendo a de proteinas e gorduras mais alta do que anteriormente eram indicadas.
O massive eating guide preconiza refeições onde a combinação de macronutrientes é a chave. Carbos com proteinas (nesse caso a secreção de insulina acontece mas não tem como regular a entrada de gorduras pela simples ausência delas), e proteinas com gorduras (nesse caso a insulina será secretada minimamente e tb a entrada de gorduras fica prejudicado apesar da presença dela). A presença da insulina previne boa liberação de GH (há um antagonismo) e portanto em vários momentos do dia (onde se usaria a combinação de proteinas com gorduras nas refeições) o Gh seria secretado com mais eficiência. Por outro lado sabe-se tb que a testosterona é mais liberada após refeições com alto indice de gorduras (principalmente saturadas). Sendo assim teríamos fases do dia com altra liberação de GH e testo e outras com grandes liberações de insulina.
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